A física (ou matemática?) do amor

​Eu sempre fui o tipo de pessoa que chora com muita facilidade. Sempre. Meus sentimentos são líquidos, densos e do tipo que se molda ao ambiente, mas não se altera. Eu sinto com jeito de água turva, maré enganosa. Eu esvaio feito rio que segue o fluxo e vai, sem saber o que o destino lhe reserva- uma queda d’água ou um oceano? De olhos fechados, vou. Eu nunca tive medo de me afogar dentro de mim e tampouco curiosidade por saber o que será lá no final. Por muito tempo me senti vagante, até poder aceitar meus ciclos e amar minhas vontades regidas por ordem da lua. Por isso o choro fácil, porque tem dias que simplesmente não caibo em sorrisos pálidos, eu não aprendi a ignorar a dor- minha ou sua.

Mas para meu azar- ou sorte- eu sempre amei pessoas sólidas. Pessoas que definiram o amor num…

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