Politicians and millionaires want the people to die!

Versão em português aqui

Fotografia de Bob Adelman/Corbis

 

Millions suffer the pain of war, premature death, unemployment, racism and the extremities of this minority. Why do people in general not open their eyes to see that behind all this are the interests of political-economic groups?

 

The retrogression in history is inevitable when in the XXI century people vote in mass by xenophobic candidates allying this evil to the high finance that in no way benefits the ordinary citizen. We shall die by starvation, by wars invented to enrich millionaires and political groups or burned in huge crematoria again, because man does not know how to rule another man.

 

“I HAVE a dream.” Fifty years ago, on August 28, 1963, American civil rights leader Martin Luther King, Jr., uttered those words in his most famous speech. Using that captivating refrain, King expressed his dream, or hope, that one day people would enjoy life free from racial prejudice. Though his aspirations were addressed to an audience in the United States, the essence of his dream has been embraced by people in many nations.

 

Three months after King’s speech, on November 20, 1963, over 100 countries adopted the United Nations Declaration on the Elimination of All Forms of Racial Discrimination. Other global initiatives were adopted in the decades that followed. All such worthy efforts inevitably raise the question, what has been the result?

 

On March 21, 2012, U.N. Secretary-General Ban Ki-moon stated: “There are many valuable treaties and tools—as well as a comprehensive global framework—to prevent and eradicate racism, racial discrimination, xenophobia and related intolerance. Nevertheless, racism continues to cause suffering for millions of people around the world.”

 

Even in lands where some progress has been made in combating racial and other forms of prejudice, the question remains: Have the improvements rooted out the deep-seated feelings of people or have they merely curbed the outward manifestation of those feelings? Some believe that at best such improvements only help prevent discrimination but may be powerless at eliminating prejudice. Why so? Because discrimination is an act that can be seen and punished by law, whereas prejudice is related to people’s inner thoughts and emotions, which cannot be easily regulated.

 

Therefore, any attempt to eliminate prejudice must not merely curb discriminatory acts but also change a person’s thoughts and feelings toward people of another group.

 

 

Políticos e milionários querem que o povo morra!

 

Milhões sofrem a dor da guerra, da morte prematura, do desemprego, do racismo e dos extremismos dessa minoria. Porque os povos em geral não abrem os olhos para ver que por detrás de tudo estão interesses político-económicos.

 

O retrocesso na história é inevitável quando em pleno século XXI povos votam em massa por candidatos xenófobos aliando este mal à alta finança que em nada beneficia o cidadão comum. Morreremos de fome, de guerras inventadas para enriquecer milionários e grupos políticos ou queimados em enormes crematórios outra vez, porque o homem não sabe governar outro homem.

 

“Eu tenho um sonho.” Foi o que disse o líder dos direitos civis Martin Luther King Jr. há 50 anos, em 28 de agosto de 1963, no seu discurso mais famoso. Embora ele tenha dito essa frase cativante num discurso nos Estados Unidos, sua ideia de que um dia as pessoas estariam livres do preconceito racial tem sido adotada por pessoas de muitos países.

 

Em 20 de novembro de 1963, três meses depois do discurso de King, mais de cem países assinaram a Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial. Outras iniciativas elogiáveis foram adotadas em todo o mundo nas décadas seguintes. Qual foi o resultado desses esforços?

 

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse em 21 de março de 2012: “Há muitos tratados e dispositivos, bem como um programa global, para impedir e erradicar o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e a intolerância. Mas o racismo continua a causar sofrimento a milhões de pessoas em todo o mundo.”

 

Que dizer de países que até certo ponto têm conseguido lidar com o racismo e outras formas de preconceito? Será que seus esforços conseguiram eliminar os sentimentos por trás do preconceito? Ou apenas impediram a demonstração desses sentimentos? Alguns acreditam que, na melhor das hipóteses, o que se conseguiu foi apenas diminuir a discriminação, mas não eliminar o preconceito. Por quê? Porque a discriminação é um ato que pode ser visto e punido por lei, ao passo que o preconceito não, pois tem a ver com emoções e pensamentos profundos.

 

Portanto, qualquer tentativa de eliminar o preconceito não deve apenas impedir atos de discriminação. Deve ser capaz de mudar os pensamentos e sentimentos de alguém em relação às pessoas de outro grupo.

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