Vamos debater o heliocentrismo

BLASFÉMIAS

Ultimamente, agora que a geringonça vai enferrujando o caminho para o próximo ai-quem-nos-vai-acudir dos funcionários públicos e restante empeno burocrático-estatal, tem surgido uma série de comentadores anódinos que, pela sensação de inteligência decorrente de encontrarem um nim para nada dizer, criticam o que denominam de claques entre os partidos do poder. Estes relativistas, habituados aos meandros da curiosa academia que tanto valoriza a descoberta de uma vacina para o cancro como o “eu fragmentado” na literatura pós-género de travestis subsaharianos sob efeito de mescalina, estão habituados a, como enguias, movimentarem-se sem fricção por entre as frinchas da alternância de poder recorrendo ao visgo segregado por gula de reconhecimento intelectual. São disfarces, claro, não são mesmo enguias. Não é fisicamente possível ser, em simultâneo, inteligente e desprovido de opinião vincada sobre o modelo a seguir.

Os relativistas não encontram o Bem ou o Mal, limitam-se a sugerir que devemos dialogar, numa espécie…

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